A Pedra Filosofal, ou Pedra dos Filósofos era um "artefato" muito procurado pelos alquimistas, pois se dizia
que ela permitia transmutar(transmutação é uma espécie de transformação) dos chamados metais inferiores em Prata ou em Ouro e por que se dizia que ela permitia a produção do Elixir da Longevidade. Muitos boatos surgiram de que Nicolas Flamel teria conseguido produzir a Pedra, pois ladrões de túmulos não encontraram seu corpo e nem o de sua esposa. Outros alquimistas e alguns pesquisadores afirmam que na verdade, a Pedra Filosofal seria uma metáfora para a transmutação da mente ignorante(metais inferiores) para a mente sábia(Prata e Ouro).
A Pedra Filosofal nunca foi de fato encontrada, ou produzida e isso também serve para muitos como uma justificativa de que ela é um simbolismo. Outros dizem que ninguém descobriu a forma correta para produzir-la, apenas isso. Há uma teoria de que a formula para se obter a Pedra está no livro escrito por Abraão,o Judeu, livro este que esteve em posse de Nicolas Flamel por um determinado tempo. O próprio Flamel no entanto, dizia também que a Pedra seria uma simbologia e que os elementos químicos citados no livro, fazem parte dela.
A Lapis Philosophorum também aparece no mundo da ficção científica, como por exemplo em Harry Potter e Pedra Filosofal, onde Nicolas Flamel ajuda Dumbledore a destruí-la(tendo sido ele seu criador). No anime Fullmetal Alchemist, é dito que para que se obtenha a Pedra, é preciso o sacrifício de muitas vidas. Em uma comparação rápida, é possível dizer que a Pedra Filosofal é o Santo Graal dos alquimistas.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
John Watson(Sherlock Holmes)
Companheiro leal de Sherlock Holmes e por muitas vezes tido por ele como seu único amigo de verdade, John Watson acompanhou muitos dos casos de seu amigo, começando pelo famoso caso "Um Estudo em Vermelho(A Study in Scarlet)". Watson serviu como médico no exército britânico, sendo mandado de volta à Londres, após um acidente na Guerra do Vietnã. Foi logo apresentado a Holmes, tendo estranhado o fato "bizarro" de que este espancava cadáveres para saber até que ponto eles poderiam ser feridos, mesmo após a morte, sendo que ele(Sherlock Holmes) não era médico. Impressionou-se com a rápida dedução do novato desconhecido, a cerca de seu irmão e ficou imaginando se Holmes não teria investigado sobre seu passado, ao qual Sherlock negou, dizendo que obteve todas as informações possíveis, partindo da análise e da dedução do relógio de bolso que estava com Watson e que era de seu irmão.Ao saber que Holmes havia caído das Cataratas de Reichenbach com Moriarty(somente depois ele descobre que Holmes não havia caído), ficou profundamente magoado, pois perdera um grande amigo e o mundo perdera o maior detetive de todos os tempos e o único que se declarava consultor-detetive. Ele tentou compensar a perda do amigo, imaginando que ao menos o mundo havia se livrado do maior criminoso de todos os tempos, a quem Sherlock chamava de "Napoleão do Crime", mas tudo foi em vão.
John havia se casado, meses antes do ocorrido nas Cataratas de Reichenbach, mas nem mesmo sua esposa pode conter sua tristeza em perder aquele que ele tanto admirava. Seu casamento acabou afastando-lhe da vida ao lado de Sherlock Holmes, fato também que tornou a relação de ambos, mais complicada do que se imaginava por possível. Claramente sua relação com Holmes nunca mais foi a mesma, não só por conta do casamento, mas também pela morte forjada de seu amigo.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
A Incompletude Humana
Somos incompletos. Desde que nascemos, procuramos alguma maneira de nos sentirmos completos e, para isso, buscamos algo para preencher esta incompletude. Este algo pode ser a relação com outros indivíduos humanos, com outros animais, objetos, ou até mesmo na fé(em seus mais diversos sentidos, se não em todos). A questão é que nós não sabemos realmente aquilo que nos falta, para finalmente nos tornamos completos e morremos assim. Muitos devem discordar de mim neste ponto e dizer que o amor nos completa. Eu vos digo que estão errados, pois o amor só nos dá a falsa sensação de completude, mas quando alguém morre(por exemplo), é como se tivéssemos perdido parte do nosso corpo e voltamos a ser incompletos(na verdade continuávamos incompletos, apenas voltamos a ter essa sensação) e mais uma vez procuramos resolver este problema. Para uns, a incompletude não é algo ruim, há quem não se incomode em ser incompleto, pois prefere viver achando que finalmente aquele vazio foi ocupado. Para outros, é algo realmente desesperador, pois desperta a sensação de imperfeição, que é outra coisa da humanidade, a busca incessante pela perfeição. Mas o que nos falta, afinal? Esta é a pergunta que vocês já devem têr em mente agora. Isso eu não vou responder, afinal, esse algo que nos falta depende de cada pessoa. Outra pergunta que eu não vou responder, é "o que será que aconteceria se todos os seres humanos fossem completos?". Boa sorte, pessoal! Ponham o cérebro para funcionar!
sábado, 23 de junho de 2012
Momentos Fugazes
Desde os tempos mais remotos, a humanidade sente a necessidade de captar
a essência dos momentos fugazes da vida, registrando-os de alguma maneira, para
criar a ilusão da permanência. Os próprios homens pré-históricos registravam
suas atividades no interior das cavernas, através da pintura e da preservação
de objetos, para que outros pudessem ter uma ideia do que eles faziam, pensavam
e como agiam. A ilusão da permanência parece nos confortar, pois nos faz
acreditar que poderemos vivenciar novamente, um determinado acontecimento,
apenas ao olharmos uma fotografia por exemplo. No entanto, com o passar do
tempo, já não olhamos mais uma mesma "coisa", da mesma forma que
olhávamos, por exemplo, há cinco anos. Ao fazermos isso, temos a impressão de
que o que observamos, perdeu aquela essência, que havia nos despertado
curiosidade. Essa impressão nova deve-se ao fato de que tudo é transitório e
cada momento deve ser vivido, enquanto durar. Um dia, até mesmo todo o
universo, em sua grandiosidade, deixará de existir.
sábado, 16 de junho de 2012
Professor J. Moriarty
O Professor J. Moriarty, por vezes chamado de Professor James Moriarty(embora não se tenha certeza se o J. seja James), é o maior inimigo de Sherlock Holmes e um chefe do crime. Sherlock Holmes já admitiu que Moriarty tinha uma mente realmente brilhante, até mesmo tão brilhante quanto a sua própria. Em "O Vale do Terror", Holmes diz já ter entrado na casa de Moriarty três vezes, sem ter encontrado qualquer prova que pudesse incriminar seu inimigo. O Professor esteve por trás de muitos dos casos de Sherlock, sempre estudando-o e esperando o momento certo para que pudessem se encontrar. Em "O Problema Final" Holmes e Moriarty brigam um com o outro, nas Cataratas de Reichenbach e acabam caindo dela. Em "A Casa Vazia", Sherlock Holmes retorna com a explicação, de que somente Moriarty havia caído e, que ele(Sherlock Holmes) havia apenas simulado a própria morte, para ter tempo de investigar seus outros inimigos.Obs.: Sherlock Holmes em certas vezes, se referia a J. Moriarty como "Napoleão do Crime".
Obs.2: O Professor J. Moriarty é como um alter ego de Sherlock Holmes, trazendo características físicas e psicológicas, similares as deste, com a diferença de que usava sua mente para o crime, enquanto Holmes usa sua mente para combater o crime.
Obs.3: Na minissérie "Sherlock" Moriarty é chamado de "Jim Moriarty".
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Mundo Impuro X Mundo Puro
O Mundo Puro é um termo religioso utilizado para se referir ao Mundo dos Vivos, um mundo de pecados, caos e corrupções. Em diversas mitologias, era proibido aos deuses ir ao Mundo dos Vivos, pois aquele que o fizeste, seria corrompido pelos vivos e se tornaria também impuro, em outras palavras, se tornaria um mortal. Na Mitologia Greco-Romana, embora houvessem deuses na Terra, era recomendado cautela ao terem contato com os mortais, para que não se tornassem impuros. Por este mesmo motivo, deuses e humanos se comunicavam através do Oráculo, que podia predestinar a jornada de todo e qualquer mortal. O Mundo Puro por sua vez, seria o dos mortos, onde as almas pecadoras obtêm o perdão por todos os seus pecados em vida, ou também o dos deuses, que eram considerados os mais puros seres de todo o universo. Agora, você que está lendo este post, sabe que quando alguém falar em Mundo Impuro, a pessoa estará se referindo ao nosso mundo e não necessariamente algum lugar místico e fictício de alguma história.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Serpe/Wivern/Wyvern
A Serpe(também conhecida como Wivern ou Wyvern) é uma criatura presente nos mitos da Idade Média, próxima aos dragões. A Serpe porém não possui as patas dianteiras, tendo um par de asas em seu lugar. Ela também não costuma cuspir fogo no entanto, pode ser retratada fazendo-o. Alguns brasões de famílias medievais trazem a Serpe como simbolo. Pouco se sabe sobre as Serpes.
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